Três astronautas chineses decolam rumo à estação espacial Tiangong
A China lançou com sucesso a missão tripulada Shenzhou-20, enviando três astronautas à estação espacial Tiangong para uma estadia de seis meses. Liderada por Chen Dong, veterano com mais de 200 dias em órbita, a tripulação também inclui os estreantes Chen Zhongrui e Wang Jie. A missão integra os ambiciosos planos espaciais chineses, que visam alcançar a Lua e construir uma base lunar até o fim da década. Durante a missão, os astronautas realizarão experimentos científicos, farão caminhadas espaciais e instalarão equipamentos. O país também busca ampliar a cooperação internacional, incluindo o treinamento de astronautas paquistaneses para futuras missões.
Leia maisAstrônomos confirmam o primeiro buraco negro solitário na Via Láctea
Utilizando dados dos telescópios espaciais Hubble e Gaia, cientistas identificam pela primeira vez um buraco negro de massa estelar vagando sozinho pela galáxia, sem companheira estelar.
Leia maisIA revoluciona o design de detectores de ondas gravitacionais e propõe soluções além da capacidade humana
Pesquisadores do Instituto Max Planck, na Alemanha, utilizaram inteligência artificial para desenvolver arquiteturas inéditas de detectores de ondas gravitacionais, superando limites da engenharia tradicional e ampliando significativamente o alcance dessas observações cósmicas.
Leia maisSinais de possível vida alienígena são detectados em exoplaneta próximo
Pesquisadores detectaram compostos químicos ligados à vida no planeta K2-18b, a 124 anos-luz da Terra. O achado reforça a hipótese de que o exoplaneta, com um oceano global e atmosfera rica em hidrogênio, possa abrigar vida microbiana. Ainda são necessárias novas observações para confirmar a descoberta.
Leia maisRússia e China ampliam ameaças à rede de satélites Starlink, revela relatório
Relatório da Secure World Foundation aponta que Rússia e China estão desenvolvendo tecnologias para interferir na constelação da SpaceX, usada por militares ucranianos desde 2022.
Leia maisLado oculto da Lua tem menos água que o visível, revela estudo chinês
Pesquisadores da China analisaram amostras da missão Chang’e-6 e descobriram que o manto do lado oculto da Lua contém apenas 1 a 1,5 micrograma de água por grama, muito menos que o lado visível. A descoberta reforça a existência de uma assimetria hemisférica e pode mudar nossa compreensão sobre a formação e evolução do satélite natural.
Leia maisGaláxia vizinha pode estar sendo destruída pela força gravitacional de companheira maior, aponta estudo japonês
Pesquisadores da Universidade de Nagoya analisaram o movimento de milhares de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães e encontraram sinais de que ela está sendo gradualmente desintegrada pela atração da Grande Nuvem de Magalhães. O fenômeno pode transformar o entendimento sobre a evolução e interação entre galáxias próximas.
Leia maisLunar Outpost apresenta novo rover lunar com design futurista
Apresentado no 40º Simpósio Espacial da Space Foundation, o rover “Eagle” combina design arrojado, tecnologias avançadas e funcionalidades testadas por astronautas para apoiar futuras missões da NASA à Lua. Com capacidade para operação autônoma e transporte de amostras científicas, o veículo é um dos finalistas na disputa por um contrato bilionário do programa Artemis.
Leia maisNovo estudo sugere que Titã pode ter vida, mas em quantidades limitadas
Um estudo recente revela que, apesar de sua abundância de compostos orgânicos, Titã, a maior lua de Saturno, poderia apenas sustentar formas de vida microscópicas e em quantidade muito pequena. A pesquisa, baseada em modelos bioenergéticos, conclui que a vida no oceano subterrâneo da lua seria limitada a alguns quilos de biomassa, um desafio para futuras missões espaciais na busca por sinais de vida.
Leia maisMagdrive: propulsão a metal sólido abre caminho para satélites mais ágeis e reciclagem de lixo espacial
Magdrive está criando três versões de seus propulsores e acredita que sua tecnologia poderá, no futuro, transformar o lixo espacial em combustível. A ideia é que satélites inativos possam ser “reciclados”, com o metal retirado de satélites desativados sendo usado como propelente.
Leia mais